Handall Fabrício Martins
Eis-me um vivo, um eterno redivivo,
em que das migalhas no próprio resto,
de minhas críticas no mesmo gesto,
contra toda esperança, sobrevivo.
Apesar do paladar indigesto,
e do efeito, ora pouco sugestivo
daquilo que sinto, que penso e vivo,
desejo ser da vida manifesto.
Nada sei da grande saga do humano,
e, menos, do infinito que há em mim:
trevas, luzes... e, disso, não me ufano.
"Só sei que nada sei": longe do fim
dos meus "por quês?" estou, e não me engano.
(...) Nos meus pés, calos; pedras no meu rim.
em que das migalhas no próprio resto,
de minhas críticas no mesmo gesto,
contra toda esperança, sobrevivo.
Apesar do paladar indigesto,
e do efeito, ora pouco sugestivo
daquilo que sinto, que penso e vivo,
desejo ser da vida manifesto.
Nada sei da grande saga do humano,
e, menos, do infinito que há em mim:
trevas, luzes... e, disso, não me ufano.
"Só sei que nada sei": longe do fim
dos meus "por quês?" estou, e não me engano.
(...) Nos meus pés, calos; pedras no meu rim.
Nenhum comentário:
Postar um comentário